domingo, 5 de dezembro de 2010

Terezinha solta o verbo

                                                                    divulgação                    domingo,5 de dezembro de 2010


 Hoje o Jornal do Commércio está publicando uma entrevista exclusiva com a Deputada estadual não-reeleita,Terezinha Nunes(PSDB) que faz forte oposição ao governo Eduardo Campos(PSB), onde ela fala da relação de Sérgio Guerra(PSDB) e Jarbas Vasconcelos(PMDB),da possível vingança/mágoa de Eduardo contra ela,Jarbas e todo o PSDB e sobre o futuro do seu partido.

Veja alguns tópicos da entrevista:

*Consequências de exercer um mandato de oposição

Terezinha Nunes-Tinha noção.Aqui na Assembleia se falava nisso.Dois anos antes das eleições,alguns deputados do governo começaram a invadir minhas áreas,deixando claro que era atendendo a um pedido do governador.Eles falavam isso.O governador chegou a mandar um secretário procurar prefeitos meus para apoiarem outros candidatos e não a mim.Foi uma coisa deliberada.

*Raiva,rancor e mágoa

TN-Eu não tenho raiva de Eduardo Campos.Como cristã,tenho compaixão dele.Quem guarda mágoa,raiva e rancor sofre muito com isso.Acho que ele fez o papel dele,que era derrotar Jarbas para vingar o avô,e também me escolheu como meta.Escolheu a mim e a Raul Henry.A Raul ele não conseguiu derrotar porque Raul é uma pessoa que tinha participado da eleição municipal do Recife,cresceu,teve mídia naquele período e foi praticamente salvo pelo tsunami.

*Caso Fundarpe e Empetur

TN-Essas questões da Fundarpe e Empetur foram episódios da oposição que eu fiz aqui dentro.Realmente chamaram mais atenção,estão sendo apuradas e eu acredito em punição.Depois de tudo que  foi levantado,nada foi contestado,ninguém me chamou de irresponsável.Eu só falo com provas e o governo acabou s beneficiando quando há oposição séria.

*Relação de Sérgio Guerra e Jarbas Vasconcelos

TN-Quem sofreu nesse período fui eu,porque realmente sou amiga dos dois.No PSDB,mas com profundas ligações com o PMDB.O meu primeiro mandato eu devo a Sérgio Guerra e Jarbas Vasconcelos,os dois trabalharam,me ajudaram.Eu diria que agora esses 30 mil votos que tive são meus mesmo,na medida em que eu já tinha um trabalho como deputada,isso contou muito.Eu continuo achando que é preciso que Sérgio Guerra e Jarbas se entendam.Eles sempre foram amigos.Esse episódio tem que ser entendido como histórico,que já aconteceu, e acredito que eles vão se entender.A amizade pessoal será restabelecida.Há caminhos.

A entrevista completa você encontra no Jornal do Commércio de hoje.

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