Na avaliação do governador, o resultado da pesquisa aumenta a responsabilidade para o novo mandato.
´Nós temos consciência disso. Vivemos um período de transformação. É o momento de unir Pernambuco. Por tudo isso nós só temos a agradecer`.Questionado sobre os números relativos à administração do prefeito do Recife, João da Costa (PT), que teve um índice de 24% de aprovação, o governador falou pouco. ´Eles ainda estão na segunda etapa do governo. Tem muita coisa para acontecer que vai ter um impacto na população`, afirmou.
Ontem, o governador cumpriu a rotina de visitar uma unidade de saúde na véspera do Natal. Ele esteve no Hospital Dom Hélder Câmara, no Cabo de Santo Agostinho, o segundo inaugurado na sua administração. O primeiro foi o Miguel Arraes, em Paulista. Eduardo cumprimentou pacientes, falou com funcionários e posou para para fotos. ´O senhor é mais bonito pessoalmente do que pela televisão`, ouviu de uma senhora que se recuperava de uma cirurgia.
No final da visita, em palanque improvisado, falou para funcionários e equipe médica. O governador destacou principalmente as ações realizadas pelo governo para atender os municípios atingidos pelas chuvas em junho deste ano. ´Investimos quase um R$ 1 bilhão na reconstrução das cidades. É muito triste saber que 30 mil pessoas estão desabrigadas e que 15 mil casas foram destruídas`, lembrou. Na solenidade, também foram entregues 22 ambulâncias que irão substituir os veículos perdidos em razão da enchente. O secretário de Saúde, Fred Amâncio, destacou o novo hospital de Palmares deverá ser entregue à população no início de janeiro.
Secretariado
O governador manteve a discrição ao ser questionado sobre a composição do secretariado. Confirmou apenas que o anúncio deverá acontecer no dia 29. ´Comecei a conversar ontem (quinta-feira, com os partidos aliados). Não tem nada marcado para hoje e amanhã. Devo recomeçar as conversas na próxima segunda-feira`, desconversou. A previsão é de que o governador mexa pouco na equipe. Especula-se os secretários que formam o núcleo forte da gestão continuem no governo, mas deverão ser remanejados para outras pastas consideradas estratégicas.
Do Diário de Pernambuco
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