Sábado, dia 16, durante visita à Basílica de Canindé, no interior do Ceará, em companhia do senador Tasso Jereissati (PSDB), José Serrafoi agredido verbalmente por um frade (da Diocese de Pesqueira) que comandava a celebração, porém o fato só foi noticiado por este blog e por um dos jornais de Fortaleza.
Agora, com uma semana de atraso, a revista “Isto É” dá mais detalhes sobre o episódio, ao qual Serra voltou a fazer referência após ser agredido por militantes do PT durante uma caminhada no Rio de Janeiro. O tucano disse ter sido agredido por uma padre (Luiz Couto?) que é deputado pela Paraíba.Texto da revista Isto É: “Eu gostaria se chamar a atenção para este papel que estão distribuindo na Igreja. Acusam a candidata do PT, em nome da Igreja. Não é verdade. Isso não é jeito de fazer política. A Igreja não está autorizando essas coisas. Isso não é postura de cristão”.
Adiante: “Cara a cara com Serra, frei Francisco Gonçalves de Souza passou-lhe um pito. O religioso comandava a missa em homenagem a São Francisco. (...) O candidato tucano, acompanhado por Tasso, estava em campanha. Enquanto ele assistia à missa, barulhentos cabos eleitorais (do PSDB) distribuíam panfletos. Os papeis acusavam Dilma de defender terroristas, o aborto e a corrupção. Frei Francisco resolveu reagir e o que seria uma peça publicitária do PSDB transformou-se num grande vexame. Tasso, descontrolado, passou a gritar que o padre era petista”.
Com ajuda do Blog de Inaldo Sampaio
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