Uma das irregularidades identificadas foi a doação de R$ 600 feita por uma empresa criada em 2010. A lei proíbe a contribuição de empresas criadas no mesmo ano da eleição. Foram localizados também problemas nos comprovantes de gastos de campanha que totalizaram pouco mais de R$ 57 mil.
O relator das contas, ministro Arnaldo Versiani, avaliou que as “inconsistências” não são suficientes para justificar a desaprovação das contas. Segundo ele, os valores correspondem a menos de 1% do total de R$ 4,55 milhões arrecadados pela legenda.
Do G1.com
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