O Ministério Público afirma que o prefeito, os gestores e os empresários aplicaram indevidamente verbas públicas, ordenaram ou efetuaram despesas não autorizadas ou realizaram serviços sem as devidas concorrência e documentação. A despesa com o serviço de limpeza subiu, de janeiro de 2005 para maio de 2006, de R$ 464 mil para R$ 3,3 milhões, após passar por sucessivos reajustes. Se condenado, o prefeito pode perder o cargo e ficar inabilitado por cinco anos para qualquer função pública.
O prefeito informou, por meio de assessoria de imprensa, que ainda não foi comunicado oficialmente e que apresentará defesa via procuradoria-geral do município. Ele alega não ter ordenado nem participado de nenhum ato ilícito.
Da Folhapress
Nenhum comentário:
Postar um comentário